
As Eleições 2026 terão uma sequência definida para a votação na urna eletrônica. No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, o eleitor fará seis escolhas. A ordem começa com deputado federal e termina com presidente da República.
A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, em todo o país. Quem estiver na fila no momento do encerramento terá o direito de votar. O eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro e será realizado apenas para presidente e governador onde houver necessidade.
Mas, afinal, qual é a ordem dos votos na urna eletrônica?
O primeiro número que o eleitor deverá digitar será o do candidato a deputado federal. Em seguida, virá o voto para deputado estadual. No Distrito Federal, a escolha será para deputado distrital.
Depois, o eleitor terá duas votações para o Senado Federal. Cada uma corresponde a uma vaga. Por fim, aparecem os cargos de governador e presidente da República. A sequência está prevista nas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Veja a ordem completa dos votos
1. Deputado federal: quatro dígitos.
2. Deputado estadual ou distrital: cinco dígitos.
3. Primeiro senador: três dígitos.
4. Segundo senador: três dígitos.
5. Governador: dois dígitos.
6. Presidente da República: dois dígitos.
O TSE determina que a urna apresente primeiro os cargos das eleições proporcionais e, depois, os cargos das eleições majoritárias. Por isso, deputado federal e deputado estadual ou distrital aparecem antes dos dois senadores, do governador e do presidente.
Por que são dois votos para senador?
Nas Eleições 2026, cada eleitor escolherá dois senadores. Isso ocorre porque estão em disputa duas das três cadeiras destinadas a cada unidade da Federação no Senado.
Na urna, as duas escolhas aparecem separadamente. O eleitor deverá digitar um número para a primeira vaga e outro para a segunda. Cada voto terá três dígitos.
O que aparece na tela depois que o número é digitado?
Após a digitação, a urna eletrônica mostra o nome, a fotografia, o cargo e a sigla do partido correspondente à escolha. Nos cargos majoritários, o sistema também apresenta informações sobre suplentes ou vice, conforme a função disputada.
Por isso, o eleitor deve conferir os dados antes de confirmar cada voto. Essa verificação ajuda a evitar que um número seja confirmado por engano.
Tecla “Confirma” tem pausa de segurança
A urna eletrônica conta com uma pausa de segurança antes da confirmação do voto. Nesse intervalo, a tela apresenta a mensagem “Confira seu voto”.
A medida permite que o eleitor observe novamente os dados exibidos antes de registrar definitivamente a escolha. Se a tecla verde for pressionada durante o intervalo, o comando não será registrado. Basta aguardar o desbloqueio e pressionar a tecla novamente.
Eleitor pode levar a “cola” para a cabine?
Sim. O TSE recomenda que o eleitor leve uma anotação em papel com os números dos candidatos. A chamada “cola eleitoral” pode ajudar a lembrar a sequência e reduzir o tempo de votação.
A recomendação oficial é organizar os números na mesma ordem em que eles aparecerão na urna: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente.
O TSE também disponibiliza um simulador de votação. A ferramenta permite treinar a sequência antes do dia da eleição, usando candidatos e números fictícios.
Quando termina a votação?
O processo individual termina depois que o eleitor registra o voto para presidente da República. Já o encerramento geral da votação ocorre às 17h, no horário de Brasília, respeitando o direito de quem ainda estiver na fila nesse momento.
Depois do encerramento, a urna eletrônica emite o Boletim de Urna (BU). O documento registra os resultados daquela seção eleitoral e integra os mecanismos de transparência e fiscalização do processo.
Assim, conhecer a ordem dos cargos ajuda o eleitor a chegar à cabine preparado. Com os números anotados e a sequência em mente, fica mais fácil acompanhar cada etapa e conferir os dados antes de confirmar o voto.
Fonte: Diário do Pará




